Este é terceira coluna com dicas sobre a gestão da mudança.
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Crie grupos de mudança
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Falar sobre o que se sente é o primeiro passo em direção à mudança e fazer isso em grupo pode diminuir consideravelmente a resistência. Grupos ou comitês podem ser criados para o início do projeto, podendo continuar até o fim. Para entendê-los rapidamente: eles são como o A.A. no qual os membros se ajudam e conseguem gerar mudanças que ficam.
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Visite locais nos quais já se alcançou os objetivos
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Proporcione àqueles envolvidos na mudança visitarem empresas ou outros setores que já passaram pelo mesmo processo ou alcançaram os resultados desejados. Além de demonstrar que é possível mudar, ajuda a criar imagens mentais do futuro, proporciona um ambiente para tirar dúvidas, inspirar e trazer segurança.
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Permita que a pessoa determine o tempo que irá gastar para mudar (se for preciso negocie, mas sempre de forma aberta).
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Acelerar a mudança pode aumentar a resistência. Deixe que a pessoa tenha controle sobre como irá aprender e a seu tempo. Se o tempo não for negociável pelo menos permita que ela tenha controle sobre como irá aprender a nova forma de atuar.
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Descubra bolsões de resistências
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Uma das maiores fontes de resistência são os funcionários contrários à mudança. Se forem pessoas influentes eles serão capazes de dificultar o processo o até mesmo impedi-lo. Muitas vezes é possível trabalhar este funcionário e transformá-lo em um aliado, contudo, infelizmente, há casos em que há a necessidade de demissão. Apesar da dica sobre trazer dados concretos dada anteriormente, muitas vezes isso não será o suficiente diante de um líder ou colega influente. Por isso fique atento a qualquer pessoa que possa exercer este papel.
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Veja as colunas anteriores:
Gestão da Mudança – Dicas para lidar com a resistência – I
Gestão da Mudança – Dicas para lidar com a resistência – II
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